que tinham como melodia
o som de tua voz
dizendo “que lindo”.
Hoje ainda escrevo poemas,
mas a melodia agora é a da dor escondida,
escorrendo dentro de meu coração,
que quando teima em ser vista
é disfarçada por um sorriso
que meus lábios fingem mostrar.
Sim, eu ainda escrevo poemas.
São poemas que você já não lê,
mas são poemas que ainda
escrevo e escreverei para você.
Balbueno – 03/07/2010
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